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Outros objetos do olhar: história e arte

Muitos podem ser os modos de se acessar uma obra de arte, percebê-las e compreendê-las. Artístico não é uma condição a priori, mas uma construção de sentido, especialmente diante de perspectivas multidisciplinares, bem-vindas em tempos recentes, que colocam objetos sob diversas dimensões de acesso. Cada época privilegia certas obras, certos agentes, certas formas de estudá-las, transformando os objetos em um repositório de muitos significados, que são especialmente encaminhados à interpretação pela forma como são olhados. É diante da historicidade das formas de olhar os objetos, traduzida nos textos aqui reunidos, que se pretende por em discussão obras, artistas, clientelas, usuários, instituições e bases teóricas e metodológicas que nelas incidiram.

 

Apresentação

Olhar com as obras - materialidades e artistas

  • O David de Michelangelo através de suas cópias no século XIX: ou sobre o protagonismo dos coadjuvantes - Diego Souza de Paiva
  • A nudez na escultura funerária paulista: múltiplas representações da masculinidade burguesa - Maristela Carneiro
  • A invisibilidade ou o vazio como presença: Os invisíveis de Grant Morrison - Grégori Michel Czizeweski
  • Com quantas narrativas se faz uma piscina? Fernando Correia Dias e a apropriação da tradição indígena - Amanda Tavares Pereira

Obras sob olhares- experiências e meios de aparição

  • Comércio de arte e construção do saber artístico em leilões no Brasil (séculos XIX e XX) - Caroline Fernandes Silva
  • Uma estranha no ninho? Artes decorativas nos salões nacionais – Rio de Janeiro, décadas de 1930-40 - Marcele Linhares Viana
  • Acervos do Norte Contemporâneo: experiências de exibição e constituição de acervo artístico em Belém do Pará – Sissa Aneleh Batista de Assis
  • O perfil das coleções no Pará de entresséculos a partir das exposições de arte - Moema de Bacelar Alves